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Para os descrentes, uma só crença

por cem-noites, em 26.05.15

Não te sei qualificar em palavras o quão agradecida te estou por tudo aquilo que me depositas nas "mãos". Não sei ao certo quando começou a entrega desde voto cujo peso foi aumentando com o tempo. E hoje aqui o tenho em mim, com medo de o partir. Frágil como um cristal, pesado como são todos os medos de algo que queremos preservar, sem estragar. Com a vontade de o querer agarrar e guardar. Na verdade era até certo ponto inconcebível que este período áureo chegasse. Cheguei mesmo a pensar que fosse uma utopia. Porém, aqui está ele. Recordo-me de tempos remotos em que tenho lembranças cinzentas e com falhas na fita como se de um filme antigo se tratasse. Houve todo um processo de ajustamento até termos conseguido chegar aqui. E acho que o ponto fulcral foi mesmo termos-nos afastado de toda a conspiração da multidão em que estávamos inseridos. E eu gostava de saber onde estão os descrentes. Onde estão todos aqueles que desvalorizaram aquilo que hoje para nós vale tanto como ver o amanhecer ou adormecer ao sabor da lua. Porque a sua descrença maior não era em nós, era no amor. E aqui estamos hoje. Nós e o amor. Prontos para combater todas as descrenças do mundo. Se há coisa que nunca me ensinaram a perder foi a fé... E para além da minha ser muito firme, se há coisa em que eu deposito a minha maior crença, é no amor

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publicado às 23:48


1 comentário

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De filipa. a 28.05.2015 às 00:44

gostei...! texto muito inspirador. :)

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