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simple

por cem-noites, em 31.08.15

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O muito deixou de me fazer falta para dar lugar ao essencial. Não são precisas muitas pessoas, são precisas as essenciais. Não são precisas muitas horas, são precisas as essenciais e todas as horas são essenciais. Não são precisas muitas palavras, são precisas as essenciais e os gestos também podem ser poucos desde que essenciais. A essencialidade adquire-se com o tempo. Talvez se aprenda até. E sabe bem. Concluímos que o muito não é preciso e que mais vale o pouco. Tu, o ver o céu estrelado, o amo-te e o beijo. Não é muito. Pessoas, horas, palavras, gestos. O essencial. Quando provamos o essencial o muito pode ser tanto quanto quiser que não nos satisfaz. 

 

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publicado às 22:50


3 comentários

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De Khaleesi a 31.08.2015 às 23:26

Eles são uns traquinas mas a verdade é que já os adoro e vou sentir saudades quando esta experiência terminar.
Grande verdade, neste post. Andamos sempre na pressa de ter ter e ser tudo que nos esquecemos que aquilo que realmente importa é pouco mas o suficiente.
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De Patrícia a 02.09.2015 às 11:27

Muito obrigada pelo teu comentário, ainda bem que gostaste do texto :)

Eu com as férias também me desactualizei um pouco deste mundo, mas li todos os teus posts desde que voltaste de férias e não podia estar mais de acordo com este. Há aquele essencial que sabe pela vida, como te compreendo :)

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